Uma multidão de pessoas nos cerca.
Encarando todos os olhos, procuro seu reflexo.
Seu semblante é apenas uma sombra incerta.
Num turbilhão de pensamentos desconexos.
Nesse fuzuê, você parece inatingível.
Mas tenho a esperança que vou chegar.
Um tiro oblíquo passará invisível.
A minha flecha de paixão vai te acertar.
E quando acontecer, vou ver o seu desfalecer.
O arfar da brisa silenciosa vai te ludibriar.
Revelando que um dia vou te pertencer.
A surpresa do que guardei, vai te fazer tremer.
Algo tão intenso, que eu não saberia explicar.
E que no fim,espero, findará com o seu sofrer.
GUARDADO A SETE CHAVES
Postado por Kim Brito às 21:09
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2 comentários:
Olha só. Sempre te admirei, por conta das suas mil e uma qualidades. E além de todas elas, você escreve.
Eu sou super a favor de um livro vindo por aí.
Aaah! e sobre o meu post .. Pois é. Ele é dedicado a várias pessoas, não só a ele. Mas independente ... são os meus sentimentos .. eu não consigo ser superficial na hora de os expor.
você sabe .. eu e os meus conflitos.
hsuhaudhuhdushdushudhsudhsuhd.
Minhas pernas ficaram bambas, Kim. Como se a procura fosse por pensamento, pela importância e consideração. Uma esperança de ressuscitação ao pertencer a um novo (ou não) amor, que por fim te fará novamente feliz.
Incrível como parece muito que foi escrito por mim!
Poxa, Kim! "Guarde a Sete Chaves" este poema, quando formos publicar nossos textos, certamente este tem que estar na lista...rs
Parabéns! Eu gostei muito!
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