Sentindo o salgado saído de suas sílabas
suprimo o surto de silêncio da nossa sina.
Sendo eu o senhor da suave sacerdotisa
solto um sinal sonoro e sagaz à safira.
Santo soando sacro ao sacrifício
seu de sonhar somente sem sofrer.
Seguindo a saga do sofismo simplório
sacramentado, sereno e simbólico.
SURREAL
Postado por Kim Brito às 00:20
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