O incansável quando se torna constante se exaure.
Sobe as minhas entranhas e me devora por dentro.
Rouba minha alma e a solta em livre terreno.
Sempre na esperança de vê-la estirpando-se.
A mesma brisa que ajuda também atrapalha.
O caminho que abre as portas também as fecham.
Na escuridão antes da luz nos aprisionam.
E nos faz acreditar que nada seja tal falha.
Mas no fim o que resta somos nós,
Sozinhos e perdidos tentando encontrar
Uma maneira de não nos tornarmos sós.
Nos agarramos a qualquer corrente
que nos puxem para fora de mar
e ao desafortunado alivie a mente.
O SONETO DA RECUPERAÇÃO
Postado por Kim Brito às 03:07
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3 comentários:
Ta virando um escritor e tanto!
héhé!
Muito bom, Kim!! Muito bom!=D
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