Já não sou o mesmo entusiasta de antes.
Perco-me em pensamentos profundos e paro.
Frases pela metade e inúmeros relances
São corriqueiros nesse meu presente estado.
Alguns raros diriam que é tristeza.
E para esses eu respondo que não.
O meu manifesto é contra a moleza
E a crescente falta de imaginação.
Uma simples palavra escapa da boca.
As sílabas se misturam bagunçando a ordem.
Neologismos absurdos ecoam e me envolvem.
Nesse turbilhão de signos aparentemente perdidos
Eu acabo achando a inspiração que há muito se fora
um poema niilista nasce, então, com força e desforra.
SONETO DE VENDETTA
Postado por Kim Brito às 01:14 1 comentários
Assinar:
Comentários (Atom)